Países mais felizes do mundo: qual a posição do Brasil?

O Relatório de Felicidade Mundial, uma iniciativa da ONU, é uma análise anual que classifica os países com base no nível de felicidade de suas populações. 

Este relatório não apenas fornece uma visão sobre a satisfação geral com a vida, mas também considera fatores como PIB per capita, apoio social, expectativa de vida saudável, liberdade, generosidade e níveis de corrupção.

Em 2025, a Finlândia manteve sua posição como o país mais feliz do mundo pelo oitavo ano consecutivo.

Quais são os países mais felizes do mundo?

Além da Finlândia, outros países nórdicos como Dinamarca, Islândia e Suécia continuam a figurar entre os 10 primeiros, destacando a eficácia de seus sistemas sociais. 

Enquanto isso, Costa Rica e México se destacaram ao entrar pela primeira vez no top 10, ocupando a sexta e a décima posição, respectivamente. 

O Brasil, por sua vez, subiu oito posições, alcançando o 36º lugar, atrás apenas do Uruguai na América do Sul.

Por que a Finlândia é o país mais feliz do mundo?

A Finlândia lidera o ranking de felicidade mundial devido a uma combinação de fatores que promovem o bem-estar. 

Segundo especialistas, os finlandeses vivem em uma sociedade que funciona bem, com uma democracia estável, liberdade de expressão e baixos níveis de corrupção. Esses elementos são preditores de altos níveis de bem-estar nacional.

Além disso, a valorização da natureza é um aspecto importante da cultura finlandesa. O país é conhecido por suas vastas florestas e mais de 160 mil lagos, o que contribui para a satisfação dos cidadãos. 

A proteção social robusta, incluindo licenças parentais e assistência médica universal, também desempenha um papel crucial na promoção da felicidade.

Quais são os desafios enfrentados pelos Estados Unidos?

Os Estados Unidos, por outro lado, enfrentam desafios significativos em relação ao bem-estar de sua população. 

O país caiu para a 24ª posição no ranking, seu pior desempenho desde 2012. Um dos fatores apontados é o aumento do número de pessoas que jantam sozinhas, o que está fortemente ligado à queda do bem-estar. Além disso, o país registra um aumento nas “mortes por desespero”, incluindo suicídios e mortes relacionadas ao consumo excessivo de álcool e drogas.

O papel da generosidade e da confiança na felicidade

O relatório deste ano também enfatiza a importância da generosidade e da confiança na comunidade como indicadores de felicidade. 

Atos de generosidade e a crença na bondade dos outros são considerados mais impactantes para a felicidade do que ganhos financeiros. Os países nórdicos, por exemplo, têm altas taxas de devolução de carteiras perdidas, refletindo um forte senso de confiança e comunidade.

Esses achados sugerem que a construção de uma sociedade baseada na confiança e na generosidade pode ser uma estratégia eficaz para aumentar o bem-estar geral. Assim, a valorização dessas qualidades pode ajudar a criar ambientes mais felizes.

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